
Eu não me canso realmente de ser diferente.. incrível!
às vezes eu me pergunto por que eu sou assim. Claro, é interesante ter aspectos diferentes das outras pessoas, pensar e agir de forma contrária ao que muitos pensam e fazem. Cara, eu nunca me deixo influenciar, tento sempre seguir a minha própia idéia, meu objetivo. Sabe, eu sou daquelas que sai na rua vestida exatamente como se sente bem, como gosta, não ligo pros olhos curiosos dos demais, muito menos pros comentários. Posha, se eu estou em sentindo bem assim, que que tem ? qual o problema? cada um se veste e age da forma que quer..
#não sou emo.nus-q - mas família rtt na veia :D
HAHAH' nem ligando colééga,
todo dia man, toodo dia engolimos abelhas - todo ser humano sofre.
aos poucos nos acostumamos com as encrencas que nos aparecem, e cada vez mais vamos esquecendo que elas existem.
mas enfim,
eu não vim aqui pra falar sobre essa vida difícil que todo adolescente tem, e sim pra contar de um fato interessante que aconteceu comigo no dia 15 de agosto.
Como qualquer garota, eu estava em casa com minhas migs boladonas, soltando a verba quanto a um festão que tínhamos ido na noite anterior. Acabei por resolver de ir atras de alguns amigos para arranjar alguma coisa para beber - a sede era imensa - cheguei ao encontro deles e sentei-me num banco próximo a um primo meu, eu nem havia cogitado a hipótese de pedir algo quando derepente aconteceu. Primeiramente senti uma ardência daquelas, todos meus amigos viram o que tinha acontecido e eu estava ali, não acrditando na situação, pois estava tudo perfeitamente bem e quando estava vendo já corria pra casa a procura de minha mãe, contei a ela o fato e ela chocou-se, deitei-me imediatamente no sofé, a dor aumentava cada vez mais, cheguei a congitar a morte em meu pensamento, tamanha aflição. Minhas amigas preocupadíssimas ao meu redor. Eram sacos de gelo, remédios, pastilhas, antibióticos, mas não tinha cristo que aliviava - muito horrendo. O momento do desespero se proliferou e desta vez minha best correu até minha mãe e falou, ela está com falta de ar, vamos levá-la ao hospital, meu pai foi acionado em seguida, estavam todo na sala ao meu redor. Um calor de 72 graus e eu de edredom até a ponta da testa - tamanho frio. Era estranhamente interessante o que se passava. Em um instante - tudo perfeito. Em outro instante - eu ali. Cheguei a rir coma situação.
Como tenho síndrome underground de hospital e blá blá, exigi não ser levada, até por que lhes garanti que tudo ia se estabilizar, era só uma questão de tempo. E assim se sucedeu, já era noite quando vieram me visitar meus amigos para saber como eu estava. Os risos eram imensos, eu já não estava mais no sofá, e a dor havia cessado em partes, por isso, ria junto. A graça era tamanha que rolaram inúmeras piadinhas. E meu ânimo como já conhecido, não se abalava :D
Pois bem, a noite já estava tudo melhor, eu estava bem, só pensava nas inúmeras formas de contar no dia seguinte as minhas colegas de internato, como EU havia sido capaz de uma coisas dessas. hasuahHASUSHAU'
Realmente, não é todo dia que se engole uma abelha.
Mas que fique claro, que a sensação é horrível. Da mesma dimensão dos nossos problemas no dia-a-dia. Fica a dica. Falow, haha#
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Oi.